03/05/2011 22h06
24/12/2010 20h56
O programa especial sobre o "Caminho do Sol", exibido pela TV Claret / TV Cultura em dezembro, está disponível em DVD. O documentário retrata os 11 dias de caminhada do roteiro que é uma versão paulista do "Caminho de Santiago de Compostela" - feito na Espanha - e revela a rotina de peregrinos nos 241 km de percurso, desvendando as características de um trajeto que começa em Santana de Parnaíba, na região metropolitana de São Paulo e termina em Águas de São Pedro, no interior do estado.
O DVD "Descobrindo o Caminho" além de servir como um guia necessário para o entendimento do percurso já feito por mais de 10 mil pessoas, oferece também uma boa oportunidade de aprender com a solidariedade dos voluntários e com os desafios e emoções vividos pelos peregrinos.
O trabalho reúne ainda depoimentos extras dos organizadores do "Caminho do Sol", da equipe de produção do especial e curiosidades dos municípios em que a equipe de reportagem esteve durante as gravações.
Para adquirir o DVD basta fazer o pedido pelo telefone (19) 2111-7000 ou enviar a solicitação por e-mail - atendimento@redeclaret.com.br
O produto tem o custo de R$ 25,00.

23/12/2010 22h03
Na última reportagem da série especial sobre o ?Caminho do Sol? nossa equipe mostra o trajeto de 24 km feito entre Ártemis e Águas de São Pedro. O percurso termina na Casa de Santiago. Todas as dúvidas, incertezas e as mudanças dos peregrinos fazem parte desse último episódio. Você vai ver a emoção da chegada. O reencontro com amigos e familiares é marcado por lágrimas e também pela saudade que a experiência vai deixar nos caminhantes.
23/12/2010 07h11
Na penúltima reportagem da série especial sobre o Caminho do Sol vamos mostrar o trajeto entre Monte Branco e Ártemis, dois distritos de Piracicaba. Peregrinos decidem fazer parte do percurso durante a noite e encontram dificuldades. Nossa equipe de reportagem conta histórias impressionantes de famílias que, por solidariedade ou fé, foram mudadas pelo caminho. Você vai conhecer o caipira genuíno, sobrevivente de uma cultura marcante. E ainda, a vida que cerca o rio Piracicaba.
22/12/2010 09h07
Na oitava reportagem da série especial sobre o "Caminho do Sol" vamos mostrar o trecho mais introspectivo do trajeto, feito de Mombuca até Arapongas. Imensos corredores de cana convidam os peregrinos a pensar na própria vida. Nossa equipe de reportagem registra a emoção dos voluntários do caminho. Você vai ver quem são as pessoas que abandonam o conforto de suas casas para servir desconhecidos.
20/12/2010 21h14
Foram oito horas de gravação e de muito trabalho para a equipe que produz o especial ?Descobrindo o Caminho?. Tudo para deixar pronta a apresentação do programa, que ficou por conta da jornalista Talita Requena.
Debaixo de um sol escaldante, ela teve que ?recitar? textos longos. São as pedras do caminho que ficam escondidas atrás das lentes de uma câmera de TV.
Além disso, muito suor para o departamento técnico, que teve que montar e desmontar algumas vezes a grua que levamos para a propriedade rural em que decidimos gravar. Esse equipamento permite captar imagens com movimentos impressionantes e, por isso, vale cada minuto de esforço.
Um pequeno trecho com os bastidores dessa aventura em pleno domingo você pode ver no vídeo abaixo:
20/12/2010 12h38
Na sétima reportagem da série especial sobre o "Caminho do Sol" vamos mostrar as transformações do percurso, que pela primeira vez, depois de quatro dias por estradas de terra, passa pelo centro urbano de Capivari. Nossa equipe de reportagem mostra também a transformação dos peregrinos e da natureza.
20/12/2010 12h33
por Talita Requena
Um dos principais motivos que me levou a escolher o jornalismo como profissão foi a possibilidade de não se estabelecer rotina no dia a dia de trabalho. O fato de estar nas ruas, conversando e ouvindo pessoas, participando e conhecendo realidades diferentes da minha, me trazem conhecimento e a oportunidade de crescimento. Por isso, ao acompanhar a rotina dos repórteres Gustavo Nolasco e Vitor Domingos no maior desafio da TV Claret, no trabalho de relatar a rotina de peregrinos no "Caminho do Sol", reencontrei a essência do jornalismo e passei a me sentir parte desse grupo que cresceu junto nos 11 dias de uma caminhada de trajetos e de vida.
A troca de experiências na leitura para a construção dos textos das matérias; a observação atenta ao roteiro de cada uma delas, me fez repensar a narrativa para a TV e aprender com aqueles que chamamos de ?geração Y?. Portanto, se já me sentia parte desse grupo, depois de ter sido convidada para apresentar o especial, só tenho a agradecer.
O desafio foi grande... elaborar textos que fizessem sentido entre uma matéria e outra escritas por um jornalista que tem o dom de ?contar histórias? demandou horas de trabalho no sábado. O aspecto surpresa também foi desafiador ? preparar tudo de um dia para o outro. E ainda ter a responsabilidade de apresentar um trabalho feito pela primeira vez por uma emissora regional.
Acaso? Talvez.
Ousadia? Atribuo àquelas que planejaram o especial ? Poliana Ribeiro e Vlada de Santis.
Coragem? Deixo para Gustavo Nolasco e Vitor Domingos, os protagonistas dessa história.
Meus agradecimentos a todos da TV Claret pela possibilidade de crescimento!
E espero atender as expectativas, de quem vai assistir ao especial e de quem a mim confiou a apresentação ? Poliana e Gustavo.

20/12/2010 12h28

20/12/2010 12h20
20/12/2010 12h11
Depois de uma semana do fim das gravações sobre o ?Caminho do Sol? o trabalho ainda continua...
A série de reportagens que reconta o trajeto de 241 km percorridos entre Santana de Parnaíba e Águas de São Pedro, nos onze primeiros dias de dezembro, continua sendo exibida pela TV Claret / TV Cultura, em reportagens diárias nos telejornais e também aqui no blog. Mas o maior desafio ainda está a ?caminho?. É o especial de Natal sobre o trajeto paulista de Santiago de Compostela.
Como o Natal já está aí, o trabalho ganhou um ritmo diferente: mais rápido.
A missão de apresentar o especial ?Descobrindo o Caminho? ficou por conta da jornalista Talita Requena. Nossa equipe esteve mais uma vez em uma das pousadas que integram o roteiro do ?Caminho do Sol?, no distrito de Ártemis, em Piracicaba, para gravar o que todos vão poder assistir no próximo sábado, 25 de dezembro, a partir das 11h30, na TV Claret (emissora afiliada à TV Cultura no interior paulista).
Em mais essa etapa de nosso caminho, voltamos a ter boas surpresas, começando pela autorização do Sr. Egídio para a gravação em sua propriedade. Um lugar único em nossa região, a beira de um dos mais importantes rios do estado, o rio Piracicaba. Pudemos contar ainda com mais uma daquelas boas coincidências que nos cercam desde o início da caminhada. Desta vez, até a chuva que estava prevista para a manhã desse domingo resolveu abrir ?caminho? para o sol.

18/12/2010 22h27

18/12/2010 22h25

18/12/2010 22h23

18/12/2010 21h56
Chegamos à metade do caminho e também das reportagens, faltam ainda mais cinco para a série especial sobre o ?Caminho do Sol? ficar completa, mas antes de continuar decidimos dividir aqui no blog a experiência de outros peregrinos em relação ao percurso. A designer gráfica, Júlia Stateri ? que participou das nossas reportagens -, publicou um artigo no blog dela sobre as descobertas e desafios que fizeram parte do trajeto:
?A experiência que tive com o Caminho do Sol foi enriquecedora tanto profissionalmente quanto pessoalmente. Trilhar 241 km sob o sol, passando por percalços que vão de pedregulhos e lama até perseguição por cães bravos, é um desafio que começa precisamente no momento de decisão: 'vou fazer o Caminho do Sol e não há nada nem ninguém que me impeça!'
Como todo projeto, esta preparação tomou tempo. Precisamente 6 meses para ser exata. Entre preparar o corpo, reunir a verba, comprar e organizar os materiais necessários, pode-se dizer que há uma distância bem maior entre o decidir e o fazer do que meros 241 km. Metas foram estabelecidas e etapas foram cumpridas para que finalmente, no dia 1º de dezembro, eu iniciasse minha aventura em Santana de Parnaíba?.
O texto completo pode ser lido aqui.
Durante o tempo em que fez o caminho, a designer gráfica fotografou as cenas e paisagens que mais chamaram a atenção dela. O ?Álbum de peregrina?, com as melhores fotografias do percurso, vai ser publicado aqui no blog também.

18/12/2010 21h05
Na sexta reportagem da série especial sobre o "Caminho do Sol" vamos mostrar a fé dos peregrinos. O percurso é feito entre as cidades de Elias Fausto e Capivari. Nossa equipe de reportagem participa de rituais e mostra a diversidade de crenças pelo trajeto. A maior parte das igrejas em que passamos fica de portas fechadas. A surpresa está numa pequena capela perdida no meio do interior de São Paulo.
17/12/2010 13h53
Na quinta reportagem da série especial sobre o "Caminho do Sol" vamos mostrar o trajeto dos peregrinos entre as cidades de Salto e Elias Fausto. A poeira é a principal vilã do percurso que, na maior parte do tempo, é feito por meio de milharais, canaviais e parreiras de uva. No caminho, nossa equipe mostra o descaso com a história. Uma das fazendas que pertenceu ao polêmico magnata das comunicações no Brasil, Assis Chateaubriand, está abandonada.
16/12/2010 12h17
Na quarta reportagem da série especial sobre o "Caminho do Sol", nossa equipe registra momentos de reflexão. Como os peregrinos aproveitam o trajeto para pensar na vida e superar os próprios limites. O percurso é de Itu até Salto. No meio do caminho, mais uma ?nuvem? ? espaços criados por voluntários para ajudar os caminhantes - que acontece em uma fazenda de cogumelos. Vamos mostrar como a produção do fungo movimenta a economia dessa região.
15/12/2010 16h24
Na terceira reportagem da série especial sobre o ?Caminho do Sol?, nossa equipe enfrenta o desafio de subir a serra com o equipamento pesado para registrar o esforço dos caminhantes. São 26 km de Cabreúva até Itu. O asfalto se despede dos peregrinos e o caminho da roça é emocionante. Vamos mostrar a cavalgada pela estrada de terra para homenagear um cavaleiro de 85 anos e o surgimento de uma ONG que incentiva os cuidados com o meio ambiente.
14/12/2010 20h39
Na segunda reportagem da série especial sobre o ?Caminho do Sol? nossa equipe mostra o trajeto de Pirapora do Bom Jesus à Cabreúva. Você vai conhecer a beleza das serras com mata preservada. O rio Tietê, poluído, continua a incomodar os peregrinos. A correria nas pousadas para atender os aventureiros. Vamos mostrar ainda a primeira ?nuvem? do caminho. Espaços montados no meio do trajeto para os caminhantes descansarem e se alimentarem.
13/12/2010 23h44
Na primeira reportagem da série especial sobre o "Caminho do Sol" nossa equipe mostra o trajeto de Santana de Parnaíba à Piraporado Bom Jesus. Você vai conhecer a história dessas cidades e quem são os peregrinos que aceitam o desafio de caminhar por 241 km pelo interior de SãoPaulo. A poluição do rio Tietê e as dificuldades do trajeto. Vamos mostrar ainda o trabalho do escultor responsável por eternizar a história em argila. Nossa viagem pelo Caminho já começou!
13/12/2010 00h20
Foram onze dias de gravação, 22 horas de material gravado e agora fica a responsabilidade para eternizar essa história. Muito trabalho nos espera e um novo caminho começa a ser percorrido. Todos os detalhes dessa viagem inédita na imprensa regional você acompanha a partir de amanhã na tela da TV e também aqui na tela do computador.
11/12/2010 06h48
A despedida é agridoce. Suave para alguns paladares e altamente desconfortável para outros. Concluir o projeto, terminar a busca, encerrar um momento. Não é fácil deixar pra trás o que é bom.
Ainda não acabou, temos 19 km de caminhada até a Casa de Santiago, em Águas de São Pedro. Mas como é estranho saber que essa mochila será arrumada pela última vez. Que os abraços de despedida se acabam por aqui.
Não vai ter mais dono de pousada esperando de braços abertos, nem caras de sono até há pouco desconhecidas.
É a última vez que a gente põe o tênis sujo e lava o rosto com pressa. Talvez a última bolha apareça hoje e nenhum outro repórter escreva esse texto com lágrimas nos olhos.
Pode ser que os pés fiquem menos doloridos durante a caminhada, que o condicionamento físico já permita longos percursos sem que o corpo sinta tantas dores. Pode ser que não.
Hoje pode ser o dia mais difícil, o mais tranquilo, ou o mais surpreendente. Mas também pode não ser mais.
É complicado explicar porquê essa experiência é tão transformadora. É muito fácil entender porquê. As pessoas que buscam o ?Caminho do Sol? estão sozinhas na multidão de familiares e amigos. No caminho tem menos gente, mas são tão peculiares essas pessoas, tão bem definidas e dispostas que se torna absolutamente impossível não fazer comparações com aquilo que acreditamos e fazemos.
É impossível não mudar, pelo menos um pouquinho. O que conforta a gente é pensar que o caminho, na verdade, vai começar agora.

10/12/2010 12h51
Montanhas
planejadas, é a impressão que se tem na estrada entre Monte Branco e Ártemis,
dois distritos de Piracicaba. Os montes são todos cobertos por árvores, sem habitantes
humanos. Somente pássaros e o gado têm acesso.
O trajeto é
mais leve, apesar de longo. Nenhuma grande inclinação. O contato com o asfalto
é bem raro e acontece duas vezes.
Se o caminho
não exige tanto do físico dos peregrinos, os pensamentos começam a ficar
diferentes. ?Já estou com saudades do caminho?, diz um peregrino. Esse efeito é
esperado e começa a frequentar as ideias da equipe de reportagem também.
Até agora
foram dez dias de convivência com os caminhantes, com os donos e empregados das
pousadas, com as crianças do caminho, com os caipiras cheios de orgulho por
serem quem são. E como são grandes os corações dessa gente.
Não vou esconder,
já teve choro no caminho. Briga também. Mas depois vem os sorrisos, os mais
inesperados e sinceros possíveis. Se o corpo está esgotado, tem abraço surpresa.
Não parece, mas o nosso organismo sabe que a verdade voluntária é combustível
potente na hora do cansaço. Abraços, só isso. Valem tanto que nem sabem e por
isso, talvez, sejam tão escassos.
Chegamos na
pousada e o fogão à lenha já exala o cheiro da comida que se faz na roça. De um
lado o rio Piracicaba, abrigo de garças e peixes saltadores. Do outro, mata
preservada e passarinhos cantadores. Nós vamos dormir no meio dessa natureza,
tão surpreendente e cotidiana para os ribeirinhos.

10/12/2010 12h34

10/12/2010 10h17
Pedregulhos,
muitos. Foram os vilões do caminho até Monte Branco. A dor causada pelas bolhas
faz alguns peregrinos superarem os próprios limites. O que conforta são as
novidades do caminho.
Passamos por
pequenas vilas e observamos um estilo de sobrevivência bem peculiar por essas
bandas. Ser chamado de ?caipira? é motivo de orgulho por aqui. É uma gente que
trabalha, sem pausa, por sessenta anos. Tudo para comprar um pedacinho de chão
e deixar os herdeiros mais tranquilos.
O peregrino
urbano nunca viu vaca de perto, aqui dá pra passar a mão no bicho.
Na pousada de
Monte Branco nos esperam Jesus e Adriana, marido e mulher, hospitaleiros desde
o começo do ?Caminho do Sol?. Entraram no roteiro por uma atitude impressionante.
Noventa e
cinco peregrinos encontraram a porta da igreja fechada. Nada mais natural que a
Adriana os colocassem dentro da própria casa. Nada mais natural que ela, o esposo
e as duas filhas dormissem no carro para abrigar estranhos. Nada mais natural
que esse gesto seja raro e talvez só aconteça aqui.
Na casa mais simples,
a melhor recepção. No caminho mais difícil, a solidariedade. Estamos num
interior daquele mesmo jeitinho que se fazia antigamente.

10/12/2010 09h39

10/12/2010 09h37

10/12/2010 09h34

10/12/2010 09h30

10/12/2010 09h28

08/12/2010 14h31
Sete e meia
da manhã e os passos seguem rumo à Arapongas. A estrada acidentada, o sol forte
e o mar de cana tornam o percurso um grande desafio. Já são oito dias de
caminhada e o corpo começa a responder ao desgaste.
O caminho
começa a ser percorrido interiormente. Cada peregrino em um ritmo particular.
Pra dentro, os olhares deixam a estrada e se voltam para os objetivos, anseios
e desejos.
É a hora da
fé, o momento da crença, religiosa, ou não.
O terço enrolado
nos dedos, o pensamento, a energia, o caminho ganha símbolos e é comparado a vida.
O que querem os peregrinos? O que buscam? O que esperam? ?Porquês? são pedras
que não machucam bolhas, mas criam abismos dentro da gente.
O choro é
contido e morre sem lágrimas. A poeira incomoda, os músculos pedem socorro. Nada
disso é tortura, eles escolheram estar no caminho.
No meio do
nada, um som faz sentido. Música clássica em chão de terra. Combina? Talvez. O
que parece não desafinar é a sinfonia de sorrisos e abraços, estamos em mais
uma ?nuvem?.
Comida fresca,
sucos e sombra, mais um pouco de estrada e estamos em Arapongas.

08/12/2010 14h27

08/12/2010 13h20
Depois de
passar três dias entre canaviais, o caminho leva os peregrinos até o centro de
Capivari. É o contato com o urbano, ainda que em desenvolvimento. As bolhas já
se multiplicaram e o cansaço faz os aventureiros questionarem: O que estamos
fazendo aqui?
O curioso é
que ninguém espera descobrir essa resposta até o final do percurso. É como se
já estivessem acostumados com a ideia de que o caminho não vai acabar quando
eles chegarem até a Casa de Santiago. Todos foram avisados, todos sabiam que a
beleza dessa iniciativa está no processo. O que acontece durante, um dia e
depois o outro e mais um.
Peregrinos se
desentendem também. A convivência forçada com pessoas desconhecidas é um dos
grandes desafios do trajeto. Valores estão expostos, o que faz parte da
formação de cada um. Tudo sendo observado, testado e questionado.
No fim do dia,
um dos voluntários do ?Caminho do Sol? veio até o alojamento, em Mombuca, para
orientar os caminhantes sobre os perigos do dia seguinte. Segundo ele, o
caminho até Arapongas é um dos mais áridos.
Peregrinos na
cama, amanhã o dia vai ser longo.

07/12/2010 08h02





Rosana Bongiovanni Pacini
Só quem conhece para descrever a magia desse caminho!!


